Amarelos Delirantes

Paris. Um jovem holandês.  Um mestre a seguir (Millet). Um irmão como apoio. A solidão. Um pincel na mão. A LOUCURA. Ainda os pincéis. Amarelos. Girassóis. Impressionante ou Impressionismo. Para uns um pobre coitado, para outros um artista, para quase todos um louco suícida, para a arte… Van Gogh.

Acho superinteressante tudo que vem de Vincent Van Gogh. Sua história de amor a arte. Seu jeito de levar a vida. Seu mais puro expressionismo de solidão e sentimentos ao escrever cartas ao irmão Theo. A forma como foi açoitado por uma loucura. E aí entra meu trabalho como psicanalista e, também, como amante da artes em geral. Até que ponto a loucura, ou o não cumprimentos dos padrões pré-estabelecidos pela sociedade, de uma forma geral, caracterizam o individuo como um cidadão louco ou insano.

O que muito me interessa de Van Gogh é sua expressão e a forma como fazia sentir, expressando-se por meio da arte, aquilo que seus olhos “loucos” enxergavam.

Olhos de  artista.

Mãos de gênio.

Mente de louco.

A incoerência fica por conta do tempo, das obras, ou das entrelinhas.

 

Até a próxima,

 

Dr. William

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